13 de fev de 2015

Aproveitando a água sem desperdício

Foto: reprodução
Mesmo com uma pequena melhora nos reservatórios hídricos, inclusive na região do Alto Tietê, que está na casa dos 11%, ainda é preciso manter alerta em relação a falta de água. Como não há soluções efetivas por parte das autoridades públicas, é preciso continuar as atitudes para economia da água. Por isto, mesmo que muitos mogianos já estejam praticando esta iniciativa, trazemos algumas dicas práticas para evitar o desperdício e também as multas impostas pelos governantes.

Banheiro
- O banho deve ser rápido e cerca de cinco minutos são suficientes para lavar o corpo todo. Fechando o registro ao se ensaboar, a economia é ainda maior e vale reaproveitar a água do chuveiro;
- Na hora de escovar os dentes, use água apenas para molhar a escova e enxaguar a boca;
- Não jogue lixo ou cinzas e pontas de cigarro no vaso sanitário. Confira também se a válvula de descarga está regulada e em dia, evitando vazamentos.

Cozinha
- Retire os restos de comida de panelas e pratos antes de lavá-los;
- Ensaboe todos os itens e, a seguir, os enxague de uma só vez;
- No caso de lavadora de louça, use-a somente quando estiver cheia.

Área de serviço
- Acumule o máximo de roupa suja para usar a máquina de lavar ou o tanque;
- Procure usar a máquina de lavar sempre cheia e até três vezes por semana;
- Reuse a água que lavou as roupas na limpeza da área de serviço ou quintal.

Outros pontos
- Para molhar as plantas, use um regador ao invés da mangueira;
- Cubra a piscina com um plástico para evitar a evaporação da água, especialmente no verão;
- Utilize a vassoura e a água de reúso para limpar o quintal ou a calçada;
- Use um balde e um pano para lavar o carro e evite lavá-lo durante os períodos de pouca chuva.

Além das sugestões acima, vale ficar atendo à economia da água durante o feriado do Carnaval, período em que o muita gente deixa de lado essa atitude para aproveitar a folia ou se refrescar. Tomando estas medidas, fazemos o nosso papel como cidadão, enquanto os nossos governantes apenas impõem fiscalizações compulsórias, deixando de lado a questão da prevenção e preservação.

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